Conheça a Coach de Estilo & Autoestima especializada em tornar sustentável o guarda-roupa das clientes

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Déborah Gatti é uma ótima leitora de sinais. Tanto é assim que usou esta capacidade para percorrer o campo da criatividade até construir uma profissão só para si: Coach de Estilo & Autoestima. Publicitária de formação, sempre soube que era observadora, vaidosa e apaixonada pelos detalhes. Não era na propaganda, porém, que estavam seus sonhos. O que ela queria, de verdade, era ajudar as mulheres a desenvolverem sua própria autoestima e para isto foi em busca de uma nova formação e de mais informação. O que ela ainda não sabia é que a resposta estava dentro dela mesma.

– Aprendi que é nas dificuldades que se encontra o nosso grande chamado para ajudar as pessoas, já que apenas sentindo na pele somos capazes de gerar conexão e empatia com outros corações – destaca a criadora dos programas Vida com Estima, Gestão da Marca Pessoal na Carreira e Detox do Guarda-Roupa, todos inspirados nos obstáculos que ela mesma precisou vencer para se encontrar na vida.

O Detox, por exemplo, seria mais um daqueles programas que ensinam mulheres a transformarem seus estilos e, consequentemente, se sentirem melhor, não fosse por um detalhe: a transformação ocorre com as peças de roupa que a cliente já tem em casa. Déborah não propõe construir uma nova mulher do zero, o que, convenhamos, seria impossível e é mais a cara destes reality shows de TV de eficácia duvidosa. As sessões acontecem na casa da cliente e, a partir da imersão no guarda-roupa dela, a coach propõe a releitura das peças que já estão lá.

A ideia não é criar um estilo diferente para a cliente. O intuito é se apropriar do que ela já tem de bom e potencializar este alcance. O que do guarda-roupa não serve mais ou não será usado, deve ser vendido ou doado. É aquela história de abrir espaço para o novo, mesmo que o novo seja aquilo que já estava lá. No fim do programa, a cliente recebe, em média 40 novos looks e se dá conta de que tudo que tinha desde sempre já tinha muito valor. Ela só precisava de uma perspectiva diferente para chegar à esta conclusão.

Neste processo, a autoestima surge não através do novo, mas daquilo que não se percebia como especial. Foi exatamente o processo que a própria Déborah experimentou, já que muitas vezes precisou recriar seus próprios looks com o que tinha no armário ao invés de comprar tudo, o que é um desafio em uma cultura consumista como a nossa. Gostar de moda não é um problema, nem um sinal de superficialidade, desde que você se responsabilize pelas suas escolhas e é isto que está na raiz deste programa.

Basicamente, o que Déborah faz é, através da sua experiência, ensinar conceitos sustentáveis às suas clientes sem que elas pensem nisto em um primeiro momento. “A ficha cai” depois, durante o andamento do processo.

– A sustentabilidade entra no meu trabalho quando ajudo minhas clientes a perceberem que elas têm em casa muito mais do que imaginam. Geralmente, atendo mulheres que estão cansadas das suas roupas, de se vestir sempre do mesmo jeito, que já estão com o olhar saturado para as combinações de sempre. É aí que eu entro em cena, mostrando um novo universo de possibilidades: combinações diferentes, cores novas, acessórios usados de um jeito diferente… no fim, crio uma lista do que realmente precisa ser comprado, sem exageros – explica.

Muito já se conhece sobre o argumento de que o consumismo sem limites da nossa época é consequência do vazio interior e da insegurança de quem precisa, através do poder aquisitivo, provar que existe. No entanto, pouco se pensa e se valoriza a relação que uma boa autoestima tem a ver com a sustentabilidade e como o ciclo que se cria a partir daí é positivo.

Déborah com suas alunas no workshop Estilo com Autoestima

Déborah com suas alunas no workshop Estilo com Autoestima

– Quando você se sente bem consigo e alimenta a sua autoconfiança, naturalmente se torna mais criativa, mais ousada na hora de pensar combinações. Esse poder está dentro de todas nós, algumas pessoas apenas não se permitem acessar por insegurança, mas, se você é mais criativa não vai sentir tanta necessidade de comprar um monte de roupas novas o tempo todo, por exemplo. Não sou de forma alguma contra compras, é óbvio que é necessário de vez em quando, mas shopping não pode se tornar um mecanismo para preencher um vazio que é da alma – destaca.

Para Déborah, independente de questões financeiras, quem realmente quer ter estilo sem se tornar refém do caos consumista da moda atual precisa “abrir o olhar para enxergar novas possibilidades, se permitir criar, experimentar, errar com as suas peças…O resultado sempre é produtivo. Ou, se preferir, me chame na sua casa”, diz, bem-humorada.

Para ela, a sustentabilidade pode entrar na casa de todas as pessoas. Se vai entrar mais ou menos, vai depender do conceito de sustentabilidade de cada um, mas pensar nestas questões, de qualquer forma já é um grande avanço e aponta para novas possibilidades.

“Eu, por exemplo, não compro coisas mega baratas desses sites da China, pois já está mais do que comprovado o trabalho escravo que rola por trás desses preços camaradas. Para mim, sustentabilidade é ter somente o que eu preciso, no momento em que preciso e de preferência pagando um preço justo, para mim e para o fabricante” finaliza.

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